Raposa-vermelha, Canadá (© RT-Images/Getty Images)
Alguns animais dependem da força, outros da velocidade. E as raposas? Da inteligência. A raposa-vermelha, vista hoje no Canadá, é mestre nessa habilidade. Encontrada em quase todos os tipos de paisagem, adaptou-se a desertos, florestas e áreas urbanas. Sua história começou na Eurásia — região que abrange Europa e Ásia — há cerca de 400 mil anos e, por volta de 130 mil anos atrás, cruzou para a América do Norte. Mede cerca de 1 metro de comprimento quando adulto e pesa entre 5 e 7 quilos. Inteligente, caça com técnicas refinadas e armazena comida para tempos escassos.
Com sua pelagem vibrante, a raposa-vermelha tornou-se símbolo das paisagens invernais que inspiram o imaginário natalino. Presente em cartões, decorações e histórias, ela representa astúcia e adaptação. Mesmo longe da neve, sua imagem atravessa fronteiras, lembrando que o encanto da data não conhece limites. No Brasil, não temos essa espécie, mas no Cerrado encontramos a raposa-do-campo, um pequeno canídeo — mamífero da família dos cães, que inclui lobos, raposas e cachorros. Ela se alimenta de insetos e frutos, ajudando a manter o equilíbrio ecológico em um dos biomas mais ameaçados da América do Sul.