Grupo de golfinhos-rotadores no Mar Vermelho, Marsa Alam, Egito (© Franco Banfi/Nature Picture Library)
Eles são os queridinhos dos oceanos, saltando e girando entre as ondas com uma inteligência que intriga cientistas há décadas. Navegadores habilidosos, solucionadores de problemas e verdadeiros jogadores de equipe, alguns formam superbandos temporários nas águas abertas — centenas ou milhares de golfinhos nadando em uma coreografia de socialização e sobrevivência.
Cada uma das mais de 40 espécies espalhadas pelo planeta tem seu encanto: do lendário boto-cor-de-rosa, que explora rios e florestas inundadas da Amazônia, ao golfinho-rotador, fotografado na imagem em Marsa Alam, no Egito. Este artista natural rodopia até sete vezes em um único salto nas águas quentes do Mar Vermelho e forma grupos ativos e barulhentos.
O Dia Mundial do Golfinho, celebrado em 12 de setembro, nasceu como um convite global para valorizar esses animais. Afinal, protegê-los é garantir que seus saltos e assobios continuem a compor o coro vivo dos oceanos — hoje e por muitas marés ainda por vir.