As raízes do amanhã As raízes do amanhã
Dia Internacional dos Povos Indígenas
Na imagem de hoje, vemos as impressionantes esculturas entalhadas nas falésias de Mine Bay, na Nova Zelândia. Feitas pelo artista Matahi Whakataka-Brightwell, só podem ser vistas por quem se aproxima por água — um gesto de reverência às tradições do povo originário Maori e à sua conexão com o território. Neste 9 de agosto, Dia Internacional dos Povos Indígenas, o convite é o mesmo: chegar com respeito, ouvir com atenção.
No Brasil, essa escuta é urgente. Com mais de 300 povos e cerca de 180 línguas faladas, o país é um dos mais diversos do mundo em saberes ancestrais. Essa riqueza se manifesta em cantos, rituais, grafismos, práticas agrícolas, arte plumária e conhecimento profundo sobre a terra. Povos como os Yanomami, Guarani, Pataxó, Xavante, Ticuna e Kaingang seguem lutando por direitos, território e respeito à sua autonomia — e ocupam cada vez mais universidades, congressos e espaços artísticos.
Celebrar esta data é reconhecer que esses povos são não apenas o passado, mas também o presente e futuro do Brasil. Protegê-los é proteger biomas, saberes e formas plurais de estar no mundo — todas essenciais para um amanhã mais justo, diverso e sustentável.
本周 2025年第32周
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